Asma grave: por que alguns pacientes não melhoram com o tratamento padrão?

img ter 22 set de 2026

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Você segue o tratamento da asma, usa as medicações como orientado, mas os sintomas continuam presentes e as crises insistem em voltar? Essa é a realidade de muita gente que convive com asma grave,¹ e entender por que isso acontece faz diferença na forma de conduzir os cuidados.

A asma é considerada grave quando a doença permanece com sintomas, exacerbações e limitações no dia a dia, mesmo com o uso associado de duas ou três medicações de controle em altas doses.¹ Não se trata de falha no tratamento, e sim da própria gravidade da doença, que nesses casos segue sem controle mesmo com o esquema adequado em uso.²

 

Asma grave: uma doença que não é igual para todos

A asma grave é conhecida por sua heterogeneidade, ou seja, ela se manifesta de maneiras diferentes de pessoa para pessoa.²,³ Essa condição envolve diferentes tipos de inflamação das vias aéreas, resposta variável ao tratamento e a presença de outras condições de saúde associadas.³

Por isso, dois pacientes com o mesmo diagnóstico podem responder de formas distintas ao mesmo tratamento.² Em alguns perfis inflamatórios, a resposta aos corticoides é menor, e é isso que ajuda a explicar por que o tratamento convencional nem sempre é suficiente para controlar a doença.²

Reconhecer a individualidade do tratamento costuma trazer alívio e mais confiança para dar os próximos passos no tratamento.

 

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Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.

NP-BR-ASU-PSP-260010 - Agosto/2026

  1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALERGIA E IMUNOLOGIA. Departamento Científico de Asma. O que é asma grave e quando o paciente deve ser encaminhado aos centros de referência? São Paulo: ASBAI, 2017. Disponível em: https://asbai.org.br/o-que-e-asma-grave-e-quando-o-paciente-deve-ser-encaminhado-aos-centros-de-referencia/ Acesso em: 27 jul. 2026.
  2. PIZZICHINI, M. M. M. et al. Recomendações para o manejo da asma grave da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia – 2020. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 46, n. 1, e20190307, 2020.
  3. STUBBS, M. A.; CLARK, V. L.; McDONALD, V. M. Living well with severe asthma. Breathe, v. 15, n. 2, p. 40 e49, 2019